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domingo, 19 de fevereiro de 2012

FC PORTO - MANCHERTER CITY



Ficou difícil defender o título

Impossível não é, mas, no mínimo, será difícil. Depois da derrota (2-1) no Dragão, num misto de obra do acaso e mérito do adversário, a qualificação portista para os oitavos-de-final da Liga Europa passa a obedecer aos rigores de uma contabilidade delicada, que não dispensa a vitória em Manchester e impõe uma exibição perfeita, livre dos deslizes que comprometeram a defesa do título.A estrutura surpresa do City, montada no galope de Balotelli e na elasticidade de uma estratégia que, para lá da hábil exploração do contra-ataque, tinha como prioridade atenuar a influência do meio-campo portista, encontrou a justificação em pouco minutos. Roberto Mancini, que conhece os Dragões das meias-finais de 2003, já esperava a entrada personalizada do adversário.Sem espanto, nem receio do opositor milionário, o FC Porto depressa revelou a sua faceta autoritária, impondo o recuo inglês, ditado por presença assídua na área e muita mobilidade do tridente atacante. Não foi jogo de sentido único, longe disso. Helton revelou-se até determinante em momentos-chave, mas o domínio era claramente azul e branco.O golo foi, por isso, uma questão de ensaio e depuração de movimentos. Quando Varela marcou, aos 27 minutos, Clichy já tinha substituído o seu guarda-redes, a um passo da linha fatal, adiando o inevitável. Sem ninguém que desempenhasse o seu papel, Hart não conseguiu, então, melhor do que um toque insuficiente perante Varela, que não perdoou, na ponta final de um lance rápido com escala no pé esquerdo de Hulk.Só em desvantagem o Manchester City recuperou a atitude habitual, preferindo, então, a posse e chegando ao empate num lance infeliz de Alvaro, que, num só minuto, o 55.º, viu o cartão amarelo que o impede de jogar a segunda mão e assinou, inadvertidamente, um auto-golo, com a bola a bater-lhe nas costas e a trair Helton, num cruzamento aparentemente inofensivo.O jogo voltaria à primeira forma, mas numa versão menos intensa e praticamente sem oportunidades de golo que a pudessem enriquecer. Mas, ainda assim, ele voltaria a acontecer, nos instantes finais, sem pré-aviso e depois de um deslize defensivo, que deixou Yaya Touré à vontade para oferecer, perante a saída de Helton, o 2-1 a Agüero, que baralhou ainda mais as contas delicadas da qualificação portista.

FICHA DE JOGO

FC Porto-Manchester City, 1-2

Liga Europa, 16-avos-de-final, 1.ª mão

Estádio do Dragão, no PortoAssistência: 47.417 espectadores

Árbitro: Cüneyt Çakir (Turquia)Árbitros assistentes: Bahattin Duiran e Mustafa EyisoyQuarto árbitro: Suleyman AbayÁrbitros assistentes adicionais: Hüseyin Göcek e Bülent YildirimFC PORTO: Helton; Danilo, Rolando, Maicon e Alvaro; Fernando, Lucho e João Moutinho; Varela, Hulk (cap.) e JamesSubstituições: Danilo por Mangala (22m), Varela por Kléber (77m) e Mangala por Defour (89m)Não utilizados: Bracali, Rodríguez, Djalma e Alex SandroTreinador: Vítor Pereira

MANCHESTER CITY: Hart; Richards, Kompany (cap.), Lescott e Clichy; De Jong e Barry; Silva, Yaya Touré e Narsi; BalotelliSubstituições: Balotelli por Agüero (78m), Silva por Kolarov (82m) e Nasri por Zabaleta (88m)Não utilizados: Pantilimon, Pizarro, Dzeko e SavicTreinador: Roberto ManciniAo intervalo: 1-0Golos: Varela (27m), Alvaro (a.g., 55m), Agüero (85m)Cartão amarelo: Danilo (20m), Yaya Touré (25m), Alvaro (55m), Kompany (59m), De Jong (60m), Barry (61m), Nasri (74m) e Richards (90m+3)

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

FC PORTO vs ZENIT 0-0




Sorte de cão


A Champions terminou, mas a aventura europeia prossegue. No apuramento de méritos e responsabilidades, sobressai a figura de Malafeev, o guarda-redes russo que manteve o Zenit miraculosamente na prova, reconduzindo o FC Porto para a Liga Europa, numa noite em que um simples golo daria ao campeão português ainda mais do que o apuramento. Daria o primeiro lugar do grupo.Os cinco minutos iniciais, de um equilíbrio aparente apenas sustentado por um ensaio de pressão russa, não forneceram muito mais do que uma mera ilusão que o Zenit não podia cumprir. Com os Dragões a definirem o ritmo e o curso do jogo, a estratégia de Spalletti depressa ficou confinada a um básico plano de contra-ataque incapaz de produzir um remate à baliza em todo o encontro. Nem um para amostra.O jogo, que assumiria progressivamente uma configuração aproximada ao género “sentido único”, pausado apenas pelo coro de assobios gerado a cada vez que a equipa russa preferia os pés de Danny para arriscar a transição, definia-se num único extremo do relvado, onde o guarda-redes Malafeev coleccionava intervenções decisivas; a mais destacada de todas, logo ao sexto minuto, num frente-a-frente com Djalma, isolado por um passe perfeito de João Moutinho.A ameaça de golo, formulad a com insistência, voltou a ganhar forma em três tentativas de Hulk e outra de James, sem que nenhuma delas produzisse o efeito desejado. Todas esbarraram ou acabaram nas luvas de Malafeev, o único capaz de resistir à avalanche portista, que já então justificava o balançar das redes. Nessa altura, já o afortunado imitador de cães se transformara, por livre e espontânea vontade (ou, quem sabe, por instinto), num mero defesa, que recuperava representações caninas na forma frequente com que cheirava a bola e corria atrás dos calcanhares do adversário.Além de Kléber, a vincar a propensão atacante dos Dragões, a segunda parte trouxe mais do mesmo, acrescida de uma versão “massacre”, que encostava os russos às cordas e anunciava o KO, repetidamente adiado pelo intérprete do costume, que levantava incessantemente o Zenit do tapete nos instantes mais inesperados. Com as mãos, com os pés, tombado até para o lado errado, Malafeev segurou a equipa russa, como que presa por arames, e qualificou-a, pela primeira vez, para os oitavos-de-final da Champions.À exibição portista ficou a faltar apenas o golo, que, mais do que a qualificação, lhe dava o primeiro lugar do Grupo G, na conjugação de um resultado que falhou por pouco com a derrota do APOEL fr ente ao Shakhtar. A sorte, ou a falta dela, reencaminhou o campeão português para a UEFA Europa League, competição que venceu há pouco mais de meio ano. Pode não ter sido por acaso…


FICHA DE JOGOUEFA Champions League, Grupo G, 6.ª jornada 6 de Dezembro de 2011


Estádio do Dragão, no Porto


Assistência: 46.512 espectadores


Árbitro: Carlos Velasco Carballo (Espanha)


Árbitros assistentes: Roberto Fernández e Juan Carlos JiménezQuarto árbitro: Eduardo González


Árbitros assistentes adicionais: Fernando Vitienes e Javier Fernandez


FC PORTO: Helton (cap.); Maicon, Rolando, Otamendi e Alvaro; Fernando, Defour e João Moutinho; Djalma, Hulk e James


Substituições: Defour por Kléber (46m), Djalma por Varela (68m) e Otamendi por Belluschi (81m)


Não utilizados: Bracali, Fucile, Mangala e Souza


Treinador: Vítor Pereira


ZENIT: Malafeev; Anyukov (cap.), Hubocan, Lombaerts e Criscito; Denisov, Semak e Shirokov; Fayzulin, Lazovic e Danny


Substituições: Shirokov por Zyryanov (46m), Fayzulin por Bystrov (57m) e Lazovic por Bruno Alves (81m)


Não utilizados: Zhevnov, Bukharov, Rosina e Lukovic


Treinador: Luciano Spalletti


Disciplina: cartão amarelo a Anyukov (28m), Helton (38m), Fayzulin (40m), Otamendi (48m), Hulk (71m), Malafeev (76m)

quinta-feira, 24 de novembro de 2011



FC Porto está de volta


As notícias da eliminação do FC Poto na Liga dos Campeões eram um claro exagero. Uma vitória, por 2-0, em Donetsk relança o campeão nacional na competição, precisando agora de bater o Zenit a 6 de Dezembro, no Dragão, para garantir um lugar nos oitavos-de-final. Todos ao Dragão apoiar a equipa.Ninguém o escondia, os dias não eram propriamente felizes e a equipa não rendia ao nível que habituou os adeptos, mas depois de muito sofrimento, alguma sorte em duas bolas que beijaram os ferros, acabou por ser muito superior na meia-hora final, com Hulk a abrir o marcador a dez minutos do final e um auto-golo de Rat em cima dos 90 a confirmar uma justa vitória do FC Porto.A noite fria de Donetsk começou com um calafrio na primeira jogada da partida, mas logo a seguir Hulk podia ter aberto o marcador, após um cruzamento de Alvaro Pereira que Hulk recebeu no peito, rematou de pé direito, mas um adversário conseguiu impedir o golo.O Shakhtar atacava mais e aos dez minutos Luiz Adriano isolou-se e rematou cruzado, com bola a bater no poste. A sorte que tão madrasta tem sido com os Dragões parecia querer dizer que desta vez podíamos contar com ela. E isso voltou a acontecer aos 73 minutos, quando um remate de Fernandinho ressaltou num defesa, obrigando Helton a uma defesa de recurso, com a bola a bater no poste. Pelo meio alguns contra-ataques do FC Porto de perigo relativo, mas à medida que o tempo corria os Dragões ganhavam metros no campo e ameaçavam a baliza de Rybka.Mas foi no último quarto de hora que o FC Porto acentuou o domínio, com Hulk a isolar-se após um passe belíssimo de João Moutinho e a marcar de pé direito na cara do guarda-redes.O FC Porto chegava à vantagem, resultado necessário para não depender de uma vitória gorda sobre o Zenit, e em cima dos 90, um remate de Maicon acabou desviado por Rat para a própria baliza.O FC Porto soma agora sete pontos, precisa de vencer o Zenit para assegurar o apuramento, sendo que já garantiu os serviços mínimos, que é passar para a Liga Europa, competição de que é campeão.

FICHA DE JOGO

Shakhtar Donetsk-FC Porto 0-2

Liga dos Campeões 2011/12, quinta jornada

Donbass Arena, em Donetsk

Assistência: 3275 espectadores

Árbitro: Craig Thomson (Escócia)Assistentes: Alasdair Ross e Derek Rose Assistentes adicionais: Steven McLean e Stephen O'Reilly

SHAKHTAR DONETSK: Rybka, Kobin, Kusher, Rakitskiy e Rat; Hubschman e Fernandinho; Eduardo, Mkhitaryan e Willian; Luiz Adriano.

Substituições: Eduardo da Silva por Jadson (59m), Willian por Alex Teixeira (69m), Kobin por Douglas Costa (87m)

Não utilizados: Tetenko, Gai e Chyzhov.

Treinador: Mircea Lucescu

FC PORTO: Helton; Maicon, Otamendi, Rolando e Alvaro Pereira; Fernando, Defour e João Moutinho; Djalma, Hulk e James Rodríguez.

Substituições: Djalma por Cristian Rodriguez (73m), James por Varela (81m), Defour por Souza (88m)

Não utilizados: Bracali, Fucile e Kléber..

Treinador: Vítor Pereira

Ao intervalo: 0-0

Marcadores: Hulk 79m; Rat 90m (pb)

Disciplina: James Rodriguez 35m, Eduardo da Silva 50m; Jadson 65m; Kobin 75m

domingo, 20 de novembro de 2011

SHAKHTAR - FC PORTO




FC Porto iniciou preparação da partida com o Shakhtar



O FC Porto regressou na manhã deste domingo aos treinos, numa sessão de preparação da partida com o Shakhtar, para a Liga dos Campeões.Depois da derrota frente à Académica, a equipa trabalhou ainda com Fucile, Sapunaru e Iturbe condicionados, enquanto Guarín fez tratamento. Alex Sandro fez tratamento a uma mialgia de esforço. Emídio Rafael continua em repouso.O FC Porto viaja esta segunda para Donetsk, onde na quarta-feira defronta o Shakhtar, em jogo da quinta jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões.A partida, do aeroporto Sá Carneiro, está prevista para as 14 horas de Portugal continental e a chegada, após 4h50 de voo, para as 20h50 horas da Ucrânia.Na terça-feira, às 16h30 de Portugal continental será realizada a habitual conferência de imprensa de antecipação da partida, seguindo-se, às 18h00, o treino de adaptação ao Donbass Arena.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Apoel - FC Porto 2 - 1



Atacar mais não chegou


O FC Porto perdeu esta terça-feira no terreno do APOEL, por 2-1, em encontro da quarta jornada do grupo G da Champions League. Num encontro dominado territorialmente pelos Dragões, o adversário chegou à vitória nos últimos instantes da partida. Apesar de estarem agora a quatro pontos dos cipriotas, líderes do grupo, os azuis e brancos mantêm a expectativa de chegar aos oitavos-de-final.A primeira parte foi disputada de forma bastante táctica, com ambas as equipas mais preocupadas em não cometer erros. Ainda assim, desde o apito inicial, foi o FC Porto a assumir as maiores despesas do jogo e a lançar-se no ataque. Exemplo disso foi uma arrancada de Hulk, aos 19 minutos, que culminou num remate defendido com felicidade por Pardo.Os cipriotas tentaram criar perigo essencialmente em contra-ataque, mas foram apanhados várias vezes na “armadilha” do fora de jogo azul e branco. O golo inaugural acabou por surgir contra a corrente do encontro, através de uma grande penalidade convertida por Ailton, depois de um lance em que estiveram envolvidos o brasileiro e Mangala. Ao intervalo, o FC Porto tinha mais posse de bola e muito mais remates (11 contra três da equipa da casa).Na etapa complementar, face a uma equipa mais interessada em “congelar” o jogo, o FC Porto lançou-se para o ataque, tentando tudo para chegar ao empate. Aos 59 minutos, um remate perigoso de Hulk foi interceptado por um defesa e, aos 63, uma arrancada impressionante do “Incrível” foi culminada com mais uma tentativa de Belluschi que embateu na “muralha” amarela.Guarín e James foram lançados aos 60 minutos e seria precisamente uma falta cometida sobre o jovem avançado colombiano que permitiria a Hulk empatar o jogo, da marca de grande penalidade, aos 89 minutos. Entusiasmada com o golo e sem pensar noutro resultado que não a vitória, o FC Porto não tirou o pé do acelerador e acabou por ser surpreendido no lance seguinte, um contra-ataque finalizado por Manduca, em posição de fora de jogo. Depois, já não houve tempo para recuperar.Os Dragões terminaram o desafio com 54 por cento de posse de bola e 22 remates efectuados, contra cinco do adversário. Helton não fez qualquer defesa. Estes dados não servem de consolo, mas transmitem uma imagem do que se passou no relvado de Nicósia, onde o FC Porto pode não ter feito uma grande exibição, mas onde também foi bastante infeliz. Resta pensar em vencer em Donetsk e no Dragão, frente ao Zenit, para chegar aos 10 pontos que devem garantir o apuramento para a próxima fase.

FICHA DE JOGO

APOEL-FC Porto, 2-1

UEFA Champions League, grupo G, quarta jornada 1 de Novembro de 2011

Estádio GSP, em Nicósia

Assistência: 22.301 espectadores

Árbitro: Gianluca Rocchi (Itália)

Assistentes: Luca Maggiani e Elenito Di Liberatore

Quarto árbitro: Andrea Gervasoni

Assistentes adicionais: Mauro Bergonzi e Andrea De Marco

APOEL: Pardo; Poursaitides, Oliveira, Paulo Jorge e Soloumou; Hélio Pinto, Nuno Morais e Manduca; Charalambides «cap.», Ailton e Tricovski

Substituições: Aliton por Jahic (77m), Tricovski por Solari (85m) e Manduca por Alexandrou (90m+2)

Não utilizados: Kissas, Kaká, Belaid e Satsias

Treinador: Ivan Jovanovic

FC PORTO: Helton «cap.»; Fucile, Rolando, Mangala e Alvaro Pereira; Fernando, João Moutinho e Belluschi; Hulk, Kléber e Varela

Substituições: Fernando por Guarín (60m), Varela por James (60m) e Belluschi por Defour (76m)

Não utilizados: Bracalli, Djalma, Sapunaru e Otamendi

Treinador: Vítor Pereira

Ao intervalo: 1-0

Marcadores: Ailton (42m, g.p.), Hulk (89m, g.p.) e Manduca (90m)

Disciplina: cartão amarelo para Varela (3m), Mangala (42m), Poursaitides (62m), Manduca (76m) e Charalambides (90m+2)

domingo, 30 de outubro de 2011

Covocatoria para o Jogo com o Apoel




Vítor Pereira divulgou este domingo à tarde a lista de jogadores convocados para o encontro do FC Porto em Nicósia, terça-feira, frente ao APOEL, na 4ª jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões.


Porto Liga dos Campeões 2011/20123 Jogos oficiais 1 Vitórias 1 Empates 1 Derrotas 4 Golos 5 Golos sofridos ver mais »
Na comitiva que partiu hoje ao início da tarde para o Chipre seguem os defesas sul-americanos Jorge Fucile e Otamendi, que tinham falhado a recepção ao Paços de Ferreira na última sexta-feira.
Como já se sabia, Walter ficou no Porto, visto que não está inscrito na Liga dos Campeões. Maicon, central brasileiro, também não seguiu viagem com a equipa.
Os dragões treinam pela primeira vez no Estádio GSP, em Nicósia, às 17.30 de amanhã. Antes disso Vítor Pereira fará a antevisão da partida, em conferência de imprensa.
Árbitro italiano em Nicósia
Entretanto, a UEFA já nomeou o árbitro para o encontro de terça-feira. Trata-se do italiano Gianluca Rocchi, que dirigiu o jogo dos azuis e brancos com o Villarreal na época passada, relativo às meias-finais da Liga Europa, que terminou com a vitória dos espanhóis, por 3-2.

Lista de convocados


Helton, Bracalli, Alvaro Pereira, Fucile, Rolando,Sapunaru, Mangala, Otamende e Guarin, Belluschi, João Moutinho, e fernando, Steven Defour,Kléber, Hulk , Varela Jamrs Rodrigues e Djalma

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

FC DO PORTO - APOEL 1- 1



Empate deixa tudo em aberto


O empate (1-1) não satisfaz, nem compromete. E fica longe de retratar com rigor a superioridade portista, expressa em todos os capítulos de um jogo que se decidiu no hiato de seis minutos, num intervalo demasiado curto para um encontro que só “fechou” no último suspiro. Mas o grupo permanece em aberto, com a qualificação para os “oitavos” da Champions ao alcance dos Dragões.Apesar de advertido sobre os perigos que o estilo de jogo do APOEL encerra, especialmente assente numa estratégia capaz de explorar os de erros do adversário, o FC Porto entrou a cometê-los. Mas sem consequências graves num primeiro momento. Em menos de dez minutos, os Dragões transmitiram a sensação de poder dar ao encontro uma orientação única, mas a sugestão não resistiu ao único remate dos cipriotas à baliza de Helton, em toda a primeira parte.A vantagem portista, materializada aos 13 minutos, mas anunci ada por duas vezes nos segundos que precederam o livre de Hulk, indiciavam a suspeita de que o golo, com responsabilidade e autoria dividida pelo avançado brasileiro e pelo guarda-redes Chiotis, era o único elemento que faltava para provocar o reencontro entre o campeão português e as grandes exibições europeias.Mas, seis minutos depois, o jogo voltou à forma e à fórmula com que começara, numa condição imposta por Aílton, que rematou cruzado e sem defesa possível. No rescaldo do primeiro e único remate de toda a primeira parte enquadrado com a baliza, o APOEL podia recuperar a quase junção de “linhas”, extremamente recuadas, e as dificuldades de construção que daí resultavam para o opositor.Mesmo na procura persistente de espaços, o FC Porto dominava, mas não no género de assédio absoluto e assumido, até porque os cipriotas mantinham o modo de contra-ataque ligado, uma ameaça q ue manteve Helton em alerta até ao último instante, segurando o empate, que, só por si, já é castigo pesado.Do “massacre” final, que encostou o APOEL às cordas, resultou apenas a reacção do público em “bruás” frequentes, que misturavam prenúncio de golo e decepção a um pontapé violento de Hulk, a um cabeceamento do mesmo intérprete, aos centímetros e à fracção de segundo a que Kléber ficou da emenda perfeita num cruzamento de Varela ou ao remate de Defour, que tinha tudo para selar a vitória. Na selou, mas fica tudo em aberto, num percurso a acelerar já em Chipre, na quarta jornada do Grupo G.

FICHA DE JOGO

FC Porto-APOEL, 1-1

UEFA Champions League, Grupo G, terceira jornada 19 de Outubro de 2011

Estádio do Dragão, no Porto

Assistência: 32.512 espectadores

Árbitro: Antony Gautier (França)

Assistentes: Michael Annonier e Frédéric Cano

Quarto árbitro: Jean-Charles Cailleux

Assistentes adicionais:Olivier Thual e Ruddy Buquet

FC PORTO: Helton «cap.»; Sapunaru, Rolando, Otamendi e Alvaro; Fernando, Guarín e João Moutinho; Hulk, Kléber e James

Substituições: Fernando por Belluschi (69m), James por Varela (69m) e João Moutinho por Defour (79m)

Não utilizados: Bracalli, Djalma, Mangala e Souza

Treinador: Vítor Pereira

APOEL: Chiotis; Poursaitides, Oliveira, Kaká e Boaventura; Nuno Morais e Hélio Pinto; Charalambides «cap.», Trickovski e Manduca; Aílton

Substituições: Chiotis por Pardo (52m), Manduca por Jahic (72m), Trickovski por Adorno (90m+3)

Não utilizados: Solari, Belaid, Alexandrou e SolomouTreinador: Ivan Jovanovic

Ao intervalo: 1-1

Marcadores: Hulk (13m) e Aílton (19m)

Disciplina: cartão amarelo a Hélio Pinto (28m), Otamendi (29m), Kléber (45m+2), Trickovski (47m), James (54m), Sapunaru (73m), Alvaro (78m), Kaká (84m), Guarín (84m) e Hulk (90m+3)



quarta-feira, 28 de setembro de 2011

ZENITE - FC do PORTO




FC Porto derrotado na Rússia


Há jogos em que quase tudo corre mal. Foi o caso da deslocação do FC Porto a S. Petersburgo, para a segunda jornada da fase de Grupos da Liga dos Campeões, em que o FC Porto foi batido pelo Zenit por 3-1, depois de uma série de azares que atraiçoaram a equipa.Aos 27 minutos, numa jogada junto à linha lateral, Kléber foi derrubado por um adversário e ficou agarrado ao ombro, tendo de sair para receber assistência, acabando por já não reentrar, substituído por Varela seis minutos depois. Em cima do intervalo, uma imprudência de Fucile, que tocou a bola com a mão, valeu-lhe o segundo amarelo, obrigando a equipa a jogar toda a segunda parte reduzida a dez elementos, o que tornou impossível a discussão do jogo.Antes, logo aos dez minutos, uma arrancada de Hulk na área valeu a James Rodriguez o primeiro golo da partida, com o colombiano a encostar depois do centro do companheiro.O Zenit reagiu e chegou à igualdade dez minutos depois, quando Shirokov atirou para a baliza uma bola vinda de Helton, que interceptara um cruzamento da direita.Seguiram-se os lances de infortúnio, com a equipa na segunda parte a sofrer a pressão de um adversário que juntava ao factor casa a vantagem numérica. Aos 63 minutos os russos chegaram à vantagem, em novo golo de Shirokov, na sequência de um livre. Danny fechou o resultado aos 72 minutos, numa jogada feliz, com o ressalto em Souza a encontrar o português do Zenit sozinho

.FICHA DE JOGO

Zenit-FC Porto, 3-1

Liga dos Campeões 2011/12,

2.ª jornada28 de Setembro de 2011

Petrovski Stadion, em S. Petersburgo

Árbitro: Howard Webb (Inglaterra)Assistentes: Darren Cann e Jake CollinAssistentes adicionais: Stuart Attwell e Mike DeanQuarto árbitro: Michael Jones

ZENIT: Malafeev; Anyukov, Criscito, Hubocan e Lombaerts; Shirokov, Denisov e Zyryanov; Fayzulin, Kerzhakov e Danny

Substituições: Zyryanov por Huszti (86m), Kerzhakov por Bukharov (90m)Não utilizados: Zhevnov, Lukovic, Rosina, Ionov e Lazovic.

Treinador: Luciano Spalletti

FC PORTO: Helton «cap.»; Fucile, Rolando, Otamendi e Alvaro; Fernando, Belluschi e João Moutinho; Hulk, Kléber e James Rodriguez

Substituições: Kléber por Varela (33m), James Rodriguez por Souza (46m) e Belluschi por Defour (73m)

Não utilizados: Bracalli, Maicon, Cristian Rodriguez e Djalma

Treinador: Vítor Pereira

Ao intervalo: 1-1

Marcadores: James Rodriguez (10m), Shirokov (20m e 63m), Danny (72m)Disciplina: cartão amarelo a Fucile (23m e 45+2m), Hubocan (61m), Otamendi (62m), Belluschi

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Liga dos Campeões



À atenção do FC Porto: Shakhtar vence na Taça


O Shakhtar Donetsk, adversário do FC Porto na Liga dos Campeões, venceu o Shakhtar Sverdlovsk por 0x2 e garantiu a presença nos oitavos-de-final da Taça da Ucrânia. Patrick e Moreno marcaram os golos.
O Shakhtar Donetsk estreou-se com uma vitória na Taça da Ucrânia, prova que o adversário do FC Porto venceu na época passada.
No Horiushkin Memorial Stadium, terreno do Shakhtar Sverdlovsk, o emblema que no passado dia perdeu no estádio do Dragão por 2x1 na primeira jornada da fase-de-grupos da Liga dos Campeões, venceu por 0x2 e garantiu a passagem aos oitavos-de-final da prova.
Aos 31 minutos brasileiro Alan Patrick inaugurou o marcador e o boliviano Marcelo Moreno, ainda antes do intervalo, marcou o segundo e último golo do Donetsk.
No campeonato ucraniano o adversário do FC Porto, ocupa o primeiro lugar da tabela com 26 pontos conquistados em dez jogos, não tendo sofrido qualquer derrota.
Os dragões jogam na Ucrânia no próximo dia 23 de Novembro.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

LIGA DOS CAMPEÕES

13-9-2011


FC do Porto - Shakhtar 2-1


Depois de uma primeira parte algo percepitada, os Dragões arrancara para uma vitória justíssima sobre um adversário muito equilibrado e de grande categoria. De realçar a exibição do miúdo James Rodrigues que fez uma segunda parte de elevado nível.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

FC PORTO . VILLARREAL 5-1



Um torpedo chamado Falcão afundou um submarino amarelo, com quatro tiros certeiros.

Guarin ajudou à festa enviando um torpedo que deu vantagem à sua equipa.

5-1 é um resultado muito bom e que leva a querer que o FC do Porto irá estar presente em mais uma final europeia.

terça-feira, 8 de março de 2011