Páginas

Mostrar mensagens com a etiqueta Super Liga ZON SAGRES 2011-12. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Super Liga ZON SAGRES 2011-12. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 15 de maio de 2012

FUTEBOL Rio Ave - FC Porto (resultado 2-5)


Tudo está bem quando acaba bem

Os números estão fechados: 30 jogos, com 23 vitórias, seis empates e apenas uma derrota. 68 golos marcados e 19 sofridos, o que corresponde às melhores defesas e ataque da Liga. O FC Porto terminou este sábado a prova com uma goleada no terreno do Rio Ave, por 2-5. Foi o quinto triunfo consecutivo, no melhor ciclo da época. Kléber, com um “hat-trick” em 45 minutos, foi a estrela da tarde.

Não se pode dizer que tenha sido uma partida disputada a um ritmo muito elevado, mas o espírito de vitória que está no ADN dos Dragões impeliu-os para um bom jogo. Não sendo um decisivo para as contas da Liga, importava vencer para não “manchar” a festa na Baixa do Porto e um título conquistado com apenas uma derrota, em circunstâncias muito peculiares, no terreno do Gil Vicente.

Com um “onze” diferente do habitual, em que se destacou Bracali (o guarda-redes tornou-se assim também campeão), o FC Porto não deixou de ter uma entrada determinada em campo. Tal facto pode ser exemplificado logo pelo lance inaugural: Djalma procurou assistir Kléber, mas o brasileiro chegou ligeiramente atrasado ao lance. Aos 13 minutos, foi Djalma a receber um passe primoroso de James, e aí o angolano não perdoou. O remate rasteiro passou por baixo das pernas de Huanderson e valeu o 0-1.

Apenas quatro minutos depois, chegou o segundo golo: trabalho de Varela na esquerda e assistência com a parte de fora do pé para James, que encostou para a baliza forasteira. Djalma revelava-se particularmente interventivo e, aos 34 minutos, serviu Kléber, que atirou contra o guarda-redes vila-condense.

Quando pouco o fazia prever, ainda antes do intervalo, o Rio Ave reduziu, através de um penálti convertido por João Tomás, após suposta falta de Djalma. O toque do extremo portista é difícil de descortinar, mas há um fora de jogo claríssimo que permitiu ao português surgir em posição perigosa. Portanto, a grande penalidade nunca deveria ter sido assinalada.

O arranque do segundo tempo é marcado pelas actuações de Varela e Kléber, que construíram, quase a meias, o 1-3, aos 50 minutos. O português ganhou a bola a meio campo e serviu Kléber, que se desembaraçou de um adversário e atirou sem dúvidas para a baliza do Rio Ave. Minutos antes, o brasileiro já tinha acertado em Huanderson, quando estava isolado.

Hulk entrou em campo aos 65 minutos, para o lugar de Varela, um minuto antes de Christian fazer o 2-3, na sequência de um contra-ataque que apanhou a defesa portista desprevenida. O tento nunca pareceu pôr em perigo a vitória azul e branca, até porque, apenas 10 minutos depois, Kléber fez o 2-4. Depois de um livre marcado na esquerda, a bola parecia perdida mas Rolando insistiu e não a deixou cruzar a linha de fundo. Kléber aproveitou, dominou a bola e “encheu” o pé.

Para final de festa, faltava a entrada do jovem Kadú, mais um campeão, e um “toque” de Hulk. O “Incrível” assistiu Kléber para um remate cruzado que valeu o 2-5 e o “hat-trick” de um atacante que passou por dificuldades ao longo da época, mas cujo futuro é promissor. Siga a festa na Baixa.

FICHA DE JOGO

Rio Ave-FC Porto, 2-5
Liga portuguesa, 30.ª jornada
12 de Maio de 2012
Estádio dos Arcos, em Vila do Conde

Árbitro: Jorge Ferreira (Braga)
Assistentes: Pedro Ferreira e Nélson Moniz
Quarto árbitro: Jorge Tavares

RIO AVE: Huanderson; Sony, Gaspar, Jeferson e André Dias; Bruno China, Vítor Gomes e Tarantini; Christian, João Tomás e Kelvin
Substituições: Vítor Gomes por Braga (41m), Bruno China por André Vilas Boas (65m) e João Tomás por Yazalde (81m)
Não utilizados: Paulo Santos, Jorginho, Éder e Mendes
Treinador: Carlos Brito

FC PORTO: Bracali; Danilo, Rolando, Mangala e Alvaro Pereira; Defour, Moutinho e James; Djalma, Kléber e Varela
Substituições: James por Iturbe (46m), Varela por Hulk (65m) e Bracali por Kadú (82m)
Não utilizados: Maicon, Alex Sandro, Lucho e Janko
Treinador: Vítor Pereira

Ao intervalo: 1-2
Marcadores: Djalma (13m), James (17m), João Tomás (42m, pen.), Kléber (50m, 75m e 90m+1) e Christian (66m)
Cartões amarelos: Djalma (41m), João Tomás (42m) e Christian (74m)

domingo, 22 de abril de 2012




Incrível” na história do jogo e do estádio

Hulk não se limitou a entrar para a história do estádio. Hulk fez a história do jogo. Mais do que os dois golos, que lhe garantiram a condição de melhor marcador do Dragão, com 41 remates certeiros, o brasileiro acrescentou, entre a conversão do primeiro e do terceiro, a assistência para Janko fazer o segundo. O Beira-Mar não tinha como resistir a tamanha inspiração.

A pressa foi relativa e a pressão oscilante, gerida ao ritmo de uma estratégia que convidava o adversário a ir a jogo. E o Beira-Mar, em parte agradecido, até deu mais do que a organização com que se dispôs no relvado faria supor. Deu, inclusive, o que fazer a Helton. Mas o gás esgotou-se-lhe ao primeiro golo de Hulk, já numa fase de vincada superioridade portista.

O génio criativo de Lucho inventou um passe suficientemente perfeito para Dias, que jogava apenas há dez minutos, em substituição de Nuno Coelho, se sentir obrigado a agarrar Sapunaru, quando ao romeno se colocava um agradável dilema: decidir entre rematar ou oferecer o golo. Aos 33 minutos, da marca de penálti, Hulk não se limitava a dar vantagem ao campeão. Com ela, entrava também para a história do estádio, na qualidade de melhor marcador, que dividiu com Falcao, mas não por muito tempo.

Depois do intervalo, Hulk, que não foi feito para o desempenho de papéis secundários, reassumia a condição de protagonista, oferecendo a Janko o segundo golo com a precisão de um passe que não exigiu mais do que um toque para o fundo das redes. Aos 51 minutos parecia tudo feito e resolvido, mas o brasileiro tinha mais um golo para fazer. Bastaram-lhe três minutos e a assistência de Maicon para elevar para 41 a marca de remates certeiros no Dragão e ter à sua volta toda a equipa, com Helton incluído, a assinalar o registo histórico.

A rendição do Beira-Mar era definitiva. Já não havia transições que pudessem inverter o rumo do jogo ou, sequer, reformular a ténue pressão colocada sobre os Dragões cerca de duas horas antes. Sem que o resultado assumisse a diferença merecida, as distâncias na tabela foram recolocadas por uma exibição autoritária e, por momentos, avassaladora. Ficam a faltar três “finais”. Ou menos.

FICHA DE JOGO

FC Porto-Beira-Mar, 3-0
Liga, 27.ª jornada
21 de Abril de 2012
Estádio do Dragão, no Porto
Assistência: 33.412 espectadores

Árbitro: Bruno Esteves (Setúbal)
Árbitros assistentes: Mário Dionísio e Valter Ferreira
Quarto árbitro: Jorge Ferreira

FC PORTO: Helton; Sapunaru, Maicon, Otamendi e Alex Sandro; Defour, Lucho e João Moutinho; Hulk (cap.), Janko e James
Substituições: Defour por Fernando (53m), Sapunaru por Danilo (57m) e Janko por Varela (66m)
Não utilizados: Bracali, Kléber, Rolando e Djalma
Treinador: Vítor Pereira

BEIRA-MAR: Rui Rego; Nuno Lopes, Hugo (cap.), Bura e Joãozinho; Nuno Coelho, Balboa, Jaime e Serginho; Abel Camará e Nildo
Substituições: Nuno Coelho por Dias (12m), Serginho por Artur (59m) e Abel Camará por Edson Sitta (72m)
Não utilizados: Paes, Pedro Moreira, Dudu e Cássio
Treinador: Ulisses Morais

Ao intervalo: 1-0
Marcadores: Hulk (33m, pen., 54m) e Janko (51m)
Cartão amarelo: Abel Camará (15m), Dias (32m), Bura (35m), Defour (41m), João Moutinho (43m), Lucho (47m), Sapunaru (52m)

segunda-feira, 9 de abril de 2012

BRAGA - PORTO 0 - 1




Hulk abriu atalho para o título na Pedreira


O jogo era decisivo para as contas do título e o Dragão respondeu à altura, como tem acontecido nos duelos com os “grandes” da Liga. Um golo de Hulk, que nunca tinha sequer marcado na Pedreira, foi suficiente para carimbar a vitória (0-1) no terreno do Sporting de Braga e abrir um atalho para o título. Agora só faltam quatro finais: igual número de vitórias é sinónimo de triunfo na Liga.

O encontro foi intenso, especialmente durante a primeira parte, mesmo que nem sempre bem jogado. Os Dragões procuraram travar a circulação de bola do adversário com Moutinho a Lucho a pressionar bem à frente no campo. Houve momentos alternados de domínio e poucas oportunidades de golo, se bem que os três remates mais perigosos tenham sido dos Dragões. Em ambos os momentos, aos 12 e 28 minutos, tratou-se de combinações entre Hulk e Lucho que o argentino concluiu e que o guarda-redes Quim travou.

Só depois, aos 29 minutos, a equipa da casa criou real perigo, com um remate de Lima, na sequência de um contra-ataque, a sair ao lado da baliza portista. Ainda antes do intervalo chegaria a melhor ocasião do primeiro tempo. João Moutinho desmarcou com Hulk, que rematou junto à linha de fundo, de ângulo quase impossível. A bola ia mesmo para a baliza e Quim voltou a evitar o golo.

No arranque do segundo tempo, Varela entrou para o lugar de Kléber, uma substituição que se revelou determinante e que tornou o ataque portista mais imprevisível. O extremo português, que ainda recupera ritmo após a lesão sofrida na recepção ao Feirense, efectuou uma bela exibição, assim como Alex Sandro, que substituiu Alvaro a meio da etapa complementar. Os portistas ainda apanharam um susto quando Hugo Viana, aos 47 minutos, apareceu isolado frente a Helton, rematando por cima. Contudo, excepção feita a um livre apontado pelo mesmo jogador, 12 minutos depois, os bracarenses pouco mais criaram.

O FC Porto tornou-se progressivamente mais perigoso, mantendo a segurança defensiva que lhe permite ser a melhor defesa dos principais campeonatos europeus, a par dos italianos da Juventus (17 golos encaixados). E, aos 55 minutos, James recuperou a bola a meio-campo e serviu Hulk, que, isolado, rematou com o seu pior pé, o direito. A bola parecia que não queria entrar, mas lá ultrapassou a linha de baliza dos bracarenses, dando aos azuis e brancos uma vantagem preciosíssima.

Isto porque a equipa soube gerir os tempos de jogo e guardar a bola, não perdendo a oportunidade para contra-atacar. O melhor exemplo foi um lance aos 73 minutos: Hulk, Varela e James triangularam, com o colombiano a não ser capaz de dar o toque final. Já nos descontos, num lance confuso em que os portistas pressionaram junto à área adversária, Alex Sandro viu o seu remate desviado da baliza por Nuno André Coelho. O apito final soou pouco depois e os futebolistas portistas comemoraram a vitória junto aos adeptos que os acompanharam. Também eles foram incansáveis.

FICHA DE JOGO

SC Braga-FC Porto, 0-1
Liga portuguesa 2011/12, 26.ª jornada
7 de Abril de 2012
Estádio Municipal de Braga
Assistência: 25.971 espectadores

Árbitro: Olegário Benquerença (Leiria)
Assistentes: João Santos e Luís Marcelino

Quarto árbitro: Vasco Santos

SC BRAGA: Quim; Miguel Lopes, Douglão, Nuno André Coelho e Elderson; Custódio, Hugo Viana e Mossoró; Alan, Lima e Hélder Barbosa.
Substituições: Alan por Paulo César (68m), Hélder Barbosa por Carlão (75m) e Custódio por Nuno Gomes (83m)
Não utilizados: Berni, Ewerton, Ukra e Djamal
Treinador: Leonardo Jardim

FC PORTO: Helton; Sapunaru, Maicon, Otamendi e Alvaro; Defour, João Moutinho e Lucho; Hulk, Kléber e James.
Substituições: Kléber por Varela (46m), Alvaro por Alex Sandro (63m) e James por Rolando (83m)
Não utilizados: Bracali, Djalma, Iturbe e Janko
Treinador: Vítor Pereira

Ao intervalo: 0-0
Marcador: Hulk (55m)
Cartão amarelo: Sapunaru (24m), Defour (36m), Custódio (51m), Alvaro (59m), Hugo Viana (75m) e Varela (90m+3)

segunda-feira, 26 de março de 2012

PAÇOS DE FERREIRA - FC PORTO 1-1


Um empate irreal

No caminho para a Mata Real, viam-se portistas nas janelas, nos passeios, à porta de casa. Muitos deles nem terão ido ao estádio, mas quiseram incentivar o campeão. A equipa respondeu com garra e um plano de jogo cumprido quase na perfeição, mas viu o único lapso castigado com o golo do adversário. O empate (1-1), no desafio da 24.ª jornada da Liga, é irreal face ao que se viu no relvado.

Num estádio lotado, com muitos portistas, os azuis e brancos tiveram uma entrada forte no jogo. Face a uma equipa perigosa no contra-ataque e com avançados muito rápidos, os Dragões optaram por efectuar uma pressão muito alta, logo sobre os defesas adversários. Um cabeceamento de Otamendi, aos dois minutos, na sequência de um canto de James, e um remate ao lado de Alvaro, aos 12, exemplificam a postura inicial do FC Porto.

No entanto, não foram estas as ocasiões de golo flagrantes criadas pelo FC Porto na primeira parte, mas sim outros três lances. Aos 19 minutos, uma triangulação entre Hulk (lançado por Helton), James e Lucho terminou com um chapéu do argentino que Cássio desfez “in extremis”. Dois minutos depois, João Moutinho desmarcou Hulk na direita e este serviu Janko, que ainda fez a bola raspar no poste. Aos 30, o “Incrível” obrigou Cássio a uma defesa apertada e Janko não chegou a tempo de emendar para a baliza.

O Paços nunca foi uma equipa dócil, mas, na verdade, pouco produziu em termos de ataque na etapa inaugural: o facto do primeiro remate à baliza dos “castores” ter acontecido aos 42 minutos é bem demonstrativo. Os Dragões tiveram 56 por cento de posse de bola, remataram por 11 vezes à baliza e conquistaram cinco cantos contra zero do adversário.

Se a entrada do FC Porto no jogo já tinha sido forte, o arranque da segunda parte foi ainda melhor. Finalmente, os Dragões encontraram o caminho para a baliza do Paços, se bem que por meios menos ortodoxos. Hulk, na direita, teve uma arrancada incrível, em que deu um “nó cego” em Melgarejo e cruzou para a área. Acabou por ser Ricardo, pressionado, a desviar a bola para a baliza. Estava feito o 1-0, mais do que merecido. Destacava-se, neste período, a inesgotável energia de Moutinho e a magia de Hulk. O brasileiro esteve praticamente imparável.

Os Dragões fizeram uma segunda parte de grande nível, em que nunca perderam o controlo da partida. Pelo contrário, somaram oportunidades de golo, destacando-se o duelo entre Hulk e Cássio: o guarda-redes pacense evitou que o portista chegasse ao golo aos 53, 65, 69 e 76 minutos. Mérito do guardião, que está lá para isso, excepto na situação que ocorreu aos 65 minutos: Hulk isolou-se a passe de João Moutinho e sofreu carga de Cássio, mas o árbitro Hugo Pacheco optou por mostrar cartão amarelo ao “Incrível” por pretensa simulação. Não são precisos mais comentários, basta rever as imagens televisivas.

Num jogo completamente dominado pelos Dragões, a equipa da casa marcou na única oportunidade de que dispôs, através de Melgarejo, na sequência de um pontapé de canto. O 1-1 final não traduz o que se passou no relvado e trai a concentração e determinação que os Dragões puseram em campo na Mata Real. No entanto, o FC Porto continua na frente e espera pelos próximos capítulos com a firme determinação de chegar ao 26.º título. A exibição deste domingo deve servir para reforçar essa candidatura e não pode ser desmoralizadora.

FICHA DE JOGO

Paços de Ferreira-FC Porto, 1-1
Liga portuguesa 2011/12, 24.ª jornada
25 de Março de 2012
Estádio da Mata Real, em Paços de Ferreira

Árbitro: Hugo Pacheco (Porto)
Assistentes: Alexandre Freitas e Paulo Vieira
Quarto árbitro: Humberto Teixeira

PAÇOS DE FERREIRA: Cássio; Nuno Santos, Filipe Anunciação (cap.), Ricardo e Luisinho; André Leão, Vítor e Luiz Carlos; Alvarez, Michel e Melgarejo
Substituições: Vítor por Josué (72m), Alvarez por Caetano (77m) e Michel por Cohene (90m+1)
Não utilizados: António Filipe, Christian e Michel Lugo
Treinador: Henrique Calisto

FC PORTO: Helton; Sapunaru, Rolando, Otamendi e Alvaro; Defour, João Moutinho e Lucho; Hulk (cap.), Janko e James
Substituições: Defour por Fernando (46m), Janko por Kléber (61m), por (66m) e Sapunaru por Varela (88m)
Não utilizados: Bracali, Mangala, Alex Sandro e Iturbe
Treinador: Vítor Pereira

Ao intervalo: 0-0
Marcadores: Ricardo (47m, autogolo) e Melgarejo (79m)
Cartões amarelos: Luisinho (22m), Hulk (66m) e João Moutinho (74m)

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Uma vitória com cabeça e coração


O FC Porto bateu o SC Braga por 3-2, num jogo em que Hulk, com dois golos e uma assistência, voltou a ser incrível. O brasileiro fez o 1-0 de cabeça, ainda na primeira parte, e depois a equipa teve alma e inteligência para interpretar os diferentes momentos do encontro e “matá-lo” nos minutos finais.

Os Dragões continuam na liderança da Liga e estão há 50 jogos sem perder na prova.

A primeira parte foi totalmente dominada pelo FC Porto, que imprimiu um grande ritmo à partida. A qualidade do jogo ofensivo dos Dragões foi subindo com o passar do tempo, mas apenas aos 25 minutos o guarda-redes Quim foi forçado a uma defesa, após remate do Hulk. Na etapa inaugural, os bracarenses apenas assustaram Helton por uma vez.

O golo haveria de surgir aos 37 minutos: Defour teve uma grande arrancada e serviu James, que cruzou de pé esquerdo para cabeça de Hulk. Quim ficou a meio do caminho e o SC Braga passou a ser a segunda melhor defesa do campeonato fora do seu estádio, atrás do FC Porto, que tem apenas dois golos sofridos. Até ao descanso, houve várias jogadas entusiasmantes dos azuis e brancos, como um rodopio e remate de Hulk, aos 42 minutos, que quase dava o 2-0.Nos primeiros 20 minutos da s egunda parte, a toada do encontro foi a mesma, com amplo domínio portista. Aos 66, Alvaro cruzou da esquerda para a cabeça de James, obrigando Quim a uma grande defesa. Seguiu-se uma reacção do SC Braga, que, ainda assim, só aos 72 minutos criou perigo, num remate de Alan desviado por Helton.O FC Porto soube resguardar-se no melhor momento do adversário e matar o encontro aos 78 minutos: João Moutinho e Hulk fizeram uma tabelinha, que culminou num remate fulminante do “Incrível”, à entrada da área. Sem conseguir responder ao coração e à qualidade técnica dos portistas, os bracarenses abriram brechas na sua defensiva que permitiram aos Dragões criar sucessivas oportunidades de golo, incluindo um tento anulado a Hulk por fora de jogo duvidoso. Mas o 3-0 chegaria pelo pé de outro suplente, Kléber, servido por Hulk, em mais uma arrancada imparável. Os dois brasileiros somam agora seis golos na Liga, sendo os melhores marcadores dos azuis e brancos.Nos minutos finais, Lima marcou por duas vezes, reduzindo a desvantagem bracarense e tornando o resultado algo enganador, dado que os forasteiros se aventuraram poucas vezes no ataque. No entanto, fica o grito entoada nas bancadas: “o campeão vol tou”. E esta é claramente uma equipa em crescendo, capaz de dar ainda muitas alegrias aos adeptos.

FICHA DE JOGO

Porto-SC Braga, 3-2

Liga Portuguesa 2011/12,

11.ª jornada 27 de Novembro de 2011

Estádio do Dragão, no Porto

Árbitro: Artur Soares Dias (Porto)

Assistentes: Rui Licínio e João Silva Quarto árbitro: Cosme Machado

FC PORTO: Helton «cap»; Maicon, Rolando, Otamendi e Alvaro; Fernando, João Moutinho e Defour; Djalma, Hulk e James

Substituições: Djalma por Rodríguez (64m), Defour por Souza (64m) e James por Kléber (80m)

Não utilizados: Bracali, Belluschi, Fucile e VarelaTreinador: Vítor Pereira

SC BRAGA: Quim; Salino, Douglão, Ewerton e Paulo Vinícius; Djamal, Hugo Viana e Fran Mérida; Alan, Lima e Paulo César

Substituições: Fran Mérida por Mossoró (60m), Paulo César por Hélder Barbosa (70m) e Djamal por Nuno Gomes (76m)

Não utilizados: Berni, Rodrigo Galo, Vinicius e RiveraTreinador: Leonardo Jardim

Ao intervalo: 1-0

Marcadores: Hulk (37m e 78m), Kléber (82m) e Lima (88m, g.p. e 90m+2)Disciplina: cartão amarelo a Alvaro (11m), Maicon (55m), Salino (73m) e Hulk (88m)

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Super Liga ZON SAGRES



FC do Porto cede empate no jogo com o Feirense disputado no Estádio Mário Duarte em Aveiro.

Num jogo onde o FCP sentiu a falta de Hulk e de Álvaro Pereira que se encontram lesionados, não conseguiram arranjar formula de ultrapassar a bem organizada defesa dos homens da Vila da Feira que ainda tiveram arte e engenho para criar algumas situações embaraçosas para a defesa do Porto. O empate justifica-se pelo que fizeram as duas equipas.

Com este resultado o FC Porto foi alcançado pelo Benfica e podendo ainda juntar-se o Braga caso vença o Guimarães em jogo que se realiza amanhã.

sábado, 10 de setembro de 2011

FC do PORTO - V. Setubal



FC do Porto - V. Setúbal 3-0


Golos de J. Moutinho James Rodrigues e Belluce


Grande exibição do FC Porto, perante uma equipa que se deslocou ao Dragão com o intuito de defender o 0-0 atravessando o camião na frente da baliza, mas como diz a capa do Jornal O Jogo, BATE ATÉ ESMAGAR.