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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

O que eles disseram no final do jogo


Vítor Pereira: "Ainda dependemos de nós"




Vítor Pereira era um treinador inconformado com a derrota em Nicósia. O treinador do FC Porto lamentou que a equipa se tenha "deixado levar emocionalmente" em busca da vitória, o que acabou por significar uma derrota difícil de digerir.Primeira parte muito competitiva"Um jogo complicado, já estávamos à espera, muito competitivo na primeira parte mas não muito bem jogado. Entramos bem organizados, com vontade, com crer, mas não conseguimos no último terço colocar a bola no sítio certo. O APOEL fez o golo daquela forma".Segunda parte completamente diferente"A segunda parte foi completamente diferente, conseguimos circular, tivemos situações, trabalhámos muito, conseguimos fazer o 1-1 e depois uma equipa com a experiência da nossa tem de nestes momentos serenar e não se deixar levar emocionalmente e garantir pelo menos o empate que faria uma diferença grande".Penalizados no final"Trabalhámos muito, quisemos vencer, terá sido isso até que nos complicou. Quisemos ganhar depois do 1-1, caracteriza um bocadinho a nossa alma, mas há momentos, como este, em que é preciso usar mais a cabeça. Fomos penalizados, mas o resultado não traduz em nada o que se passou em jogo. Ainda dependemos de nós, temos de vencer os dois próximos jogos para nos qualificarmos".





Hulk





"É frustrante para nós""Lutamos até ao fim, acho que sofremos um primeiro golo em que não foi penalti, o segundo em fora de jogo. É frustrante para nós, que lutamos bastante, mas temos de levantar a cabeça. Infelizmente não correu bem, está difícil a situação, mas não está impossível. Temos de tentar ganhar os dois jogos que faltam".








James



"Temos de pensar no que se segue""

Na segunda parte fomos mais agressivos, é uma derrota que nos custa muito. Acho que merecíamos mais. Estamos tristes, é uma derrota, mas temos de pensar no que se segue, temos um jogo sábado, temos de vencer".

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

O que disse Hulk



«Todos esperavam o FC Porto na liderança


O internacional brasileiro Hulk, autor do golo no empate frente ao APOEL (1-1), compreende a desilusão dos adeptos com o resultado, mas defende que todos deram o máximo e que hoje não foram «felizes». «Acho que acontece. Infelizmente não foi o resultado que queríamos Entramos para ganhar, criamos oportunidades e não fomos felizes. Vamos levantar a cabeça e resolver nos próximos jogos», afirmou Hulk, em declarações à Sport tv.O avançado brasileiro percebe a desilusão dos adeptos do campeão nacional: «Acho que todos esperavam o FC Porto na liderança, por causa do nosso trabalho, mas hoje não fomos felizes. Todos deram o máximo, só que infelizmente não conseguimos os três pontos».

O que disse João Moutinho



João Moutinho, médio do FC Porto, era um dos rostos da desilusão azul e branca após o inesperado empate caseiro frente aos cipriotas do Apoel (1-1), em jogo a contar para a 3.ª jornada do Grupo G da Liga dos Campeões.
"Tínhamos de mostrar dentro de campo que éramos melhores, mas não fizemos as coisas da melhor maneira para sairmos daqui com a vitória e dar um passo em frente na competição", começou por dizer o médio, afirmando ainda que a equipa cipriota foi feliz.
"Faltou-nos intensidade. O Apoel é uma equipa matreira e foi eficaz, coisa que nós não fomos. Agora vamos levantar a cabeça e pensar no jogo que temos para o campeonato, para depois voltarmos a pensar nesta competição."
O médio considera ainda já teve melhores dias e que, de momento, as coisas não lhe correm da melhor maneira.
"Não tenho estado ao meu melhor nível. As coisas não me correm bem... nem a mim nem à equipa, mas não podemos pensar individualmente. Não estamos a conseguir concretizar e o empate reflete isso", sentenciou.

O que disse Helton



«É ao treinador que compete corrigir os erros»


O guarda-redes Helton abordou o empate frente ao APOEL (1-1) e explicou que o treinador Vítor Pereira terá agora de «corrigir» os erros revelados para vencerem na próxima partida. «Temos de analisar e ver o que podemos corrigir para, da próxima vez, conseguirmos o nosso objectivo, que é vencer. É ao treinador que compete, agora, ver como deve fazer isso durante os trabalhos da semana», afirmou Helton.Depois da série de vitórias na temporada passada, o guarda-redes brasileiro alertou que cada jogo tem uma história: «Cada ano é um ano, cada jogo é diferente. Então, é tentar tirar proveito das oportunidades deste ano. O que se fez para trás é cobrado este ano quando a exibição não é

O que disse Vitor Pereira



Acredito que vamos dar uma resposta frente ao Nacional


O treinador Vítor Pereira admitiu, em conferência de imprensa, que o FC Porto não conseguiu encontrar o “antídoto” necessário para bater o APOEL. Frente a uma equipa que ofereceu a iniciativa aos portistas, o técnico considerou que faltou circulação de bola para ultrapassar o empate que se estabeleceu aos 19 minutos. No entanto, “está tudo em aberto” na Champions League.Análise da partida"Contra uma equipa que defende com as linhas muito baixas, compacta, sem problemas em dar a iniciativa ao adversário para aproveitar as transições rápidas, não conseguimos encontrar a qualidade de circulação de bola que nos permitisse encontrar os espaços para penetrar de forma correcta. Precipitámo-nos muitas vezes e não fomos capazes de encontrar o antídoto para este APOEL."O que falhou"O APOEL fez aqui o que fez ao Zenit em casa e ao Shakhtar em Donetsk. Sabíamos o que íamos encontrar e que precisávamos de os atrair e de circular a bola com velocidade, mas em passe. Tivemos muita posse, mas inconsequente e previsível. Fizemos muitos remates exteriores, muitos cruzamentos, mas não actuamos da forma que era necessária para este jogo."Resposta no domingo"Trabalhamos para os adeptos. Aceito os assobios, eles querem ganhar, sentem o clube, vivem-no. Compreendo e acredito que vamos dar uma resposta frente ao Nacional, como eles e este clube merecem e esta equipa é capaz de dar."Situação na Champions"O grupo está muito equilibrado e o próximo jogo vai ser fundamental. Está tudo em aberto. Vamos ter de chegar a Chipre e vencer, rectificando este resultado menos positivo."

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

O QUE DISSERAM OS INTERVENIENTES NO JOGO



A vitória é para a massa associativa


Seguro, absolutamente tranquilo, Vítor Pereira, que prometera uma exibição "à Porto" na antecipação da partida, observou, no final do jogo de Coimbra, que os Dragrões fizeram muito mais do que vencer. Fizeram-no, recuperando os níveis de qualidade que impõe à equipa e a si próprio.


Vítor Pereira: "Controlámos completamente""Fizemos um jogo sério, tranquilo e seguro, à FC Porto. Prometi um FC Porto igual a si próprio e o prometido é devido. A vitória é inteiramente para a massa associativa, que bem merece. O FC Porto trabalha sempre para ganhar todos os jogos; por vezes, há um jogo menos inspirado, mas hoje não fugimos à regra. Controlámos completamente a partida e estou contente por isso. A paragem que vai permitir-nos corrigir alguns comportamentos, algumas coisas que não tivemos tempo de trabalhar e corrigir neste último mês e que apenas conseguimos fazer no plano teórico, porque tivemos de recuperar entre jogos. Vai permitir-nos encontrar com aqueles comportamentos que nos dão mais segurança e confiança."


Walter, o autor do primeiro golo, elogiou Kléber e mostrou-se pronto para ajudar.

"Estou aí para ajudar""É importante marcar, o grupo ajudou-me. A cada dia que passa, tenho treinado forte para agarrar esta oportunidade. Foi uma grande vitória, frente a um grande adversário. Aqui há muitos bons jogadores, o Kléber não pôde jogar devido a lesão, tem transmitido uma boa imagem, foi chamado à selecção, mas, quando o treinador optar por mim, estou aí para ajudar a equipa."

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

ZENIT - FC PORTO O QUE ELES DISSERAM

Vítor Pereira:
" O lance da expulsão do Fucile é um lance que não pode acontecer”
Vítor Pereira, treinador do FC Porto analisou a derrota da sua equipa no reduto do Zenit de São Petersburgo por 3-1, preferindo enaltecer o espírito de combate dos seus jogadores, bem como teceu um comentário ao lateral esquerdo Fucile que recebeu ordem de expulsão.
" O lance da expulsão do Fucile é um lance que não pode acontecer.” Começou por afirma o técnico do FC Porto.
“Há que analisar de forma racional e paradigmática o jogo. Enquanto estivemos 11 contra 11, o FC Porto foi uma equipa equilibrada e capaz de discutir o jogo. Inclusive, entrámos melhor e até conseguimos a vantagem. Com um a menos tudo se complicou. Deixámos de poder pressionar como gostamos e o adversário, mantendo um ritmo forte, passou a controlar o encontro", resumiu.


Hulk:
“Temos de levantar a cabeça e dar a volta”
Hulk avançado do FC Porto assumiu que a equipa não está num bom momento, e disse que a expulsão obrigou a equipa a correr o dobro, numa partida relativa ao grupo G da 2ª jornada da Liga dos Campeões.
“Entrámos num nível muito alto e chegámos ao golo. Eles empataram e com um menos ficou ainda mais difícil, tivemos de correr a dobrar. Temos de levantar a cabeça e dar a volta, não estamos num bom momento”, apontou o brasileiro
.

Danny:
“A expulsão de Fucile facilitou, é verdade, mas fizemos um bom jogo”
Danny jogador do Zenit que assinou uma boa exibição coroada com um golo afirma que a expulsão de Fucile tornou o jogo mais fácil, contudo o internacional português sublinha que a formação russa demonstrou qualidade.
“A expulsão de Fucile facilitou, é verdade, mas fizemos um bom jogo. Assumimos que precisávamos da vitória, pois jogávamos em casa. Sofremos um golo em contra-ataque, que não deveríamos ter sofrido, pois estávamos preparados para esse tipo de lance. Corremos atrás do resultado. Empatámos e, com a expulsão ficou mais fácil, mas mostrámos que jogamos com qualidade. Em casa somos muito fortes”, realça Danny, indicando que o triunfo sobre o FC Porto representa «um recomeço» para o Zenit na Champions.

Zenit - FC Porto o que ele disse depois do jogo



O guarda-redes Helton comentou o desaire do FC Porto frente ao Zenit (1-3) com tranquilidade.


O capitão dos dragões foi direto ao assunto, reiterando que a formação portista está unida nos bons e nos maus momentos, prevendo uma reação rápida por parte do grupo.
“Não foi um resultado positivo, mas estamos juntos. Vamos levantar a cabeça. Nesta altura se vê a personalidade do grupo. Até porque fizemos uma época passada brilhante e todos esperam muito de nós. Mas vamos levantar a cabeça e ter consciência do que podemos fazer de melhor no futuro”, iniciou. “Temos de tirar proveito de tudo o que acontece nos jogos, mesmo quando as coisas estão a correr mal, de modo a não cometermos os mesmos erros”, rematou de semblante carregado

domingo, 25 de setembro de 2011

Aínda do PORTO BENFICA



«Nunca tinha visto uma agressão ser punida com amarelo»

– Hulk
O avançado brasileiro Hulk considera que Óscar Cardozo deveria ter sido expulso após o lance com Jorge Fucile, no Dragão. «A arbitragem? Não gosto de falar, mas o Cardozo devia ter sido expulso e isso foi determinante. Tenho 25 anos, sou profissional há sete e nunca tinha visto uma agressão ser punida com um cartão amarelo. Não consigo entender. Enfim, estamos apenas no sexto jogo e temos todas as condições para chegar ao título. Hoje dominámos e só nos resta manter a cabeça levantada», afirmou Hulk.O internacional brasileiro reconheceu que ainda não atingiu o nível pretendido: «Estive parado algum tempo e hoje não consegui manter o ritmo».

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

VITOR PEREIRA EXPLICA



Vítor Pereira: «Walter estava para entrar» em Aveiro
Treinador explica opções no nulo com o Feirense e garante que o avançado brasileiro ainda vai ser um jogador importante na estratégia do F.C. Porto
Vítor Pereira voltou a Aveiro, onde o FC Porto deixou os primeiros pontos na Liga. Fê-lo para explicar algumas opções. Disse por exemplo que Walter estava para entrar, mas não o fez (quando o FC Porto não tinha um ponta de lança em campo) porque Sapunaru apresentou problemas físicos. «O Walter estava equacionado para entrar no jogo, mas por questões físicas do Sapunaru, que teve de sair, houve necessidade de meter o Djalma. O adversário fazia lançamentos longos nas transições e não quis ficar a jogar com três defesas», afirmou o técnico.Pelo caminho garantiu confiança total em Walter. Mais do que isso, garantiu que ainda iria ser importante no F.C. Porto. «Eu conto com o Walter, ele está a trabalhar bem, começa a dar sinais de estar a um nível que nos pode ajudar e, juntamente com o Kléber, vai ser um jogador importante para nós.»O treinador defende de resto as escolhas que fez no nulo com o Feirense. «Tínhamos uma estratégia para o jogo, mas que foi condicionada por problemas físicos durante os noventa minutos. Antes do jogo houve jogos de grande qualidade do F.C. Porto e é esse F.C. Porto que espero ver sexta-feira.» «Pelo que li nos jornais, as pessoas falaram sem ter conhecimento de algumas coisas que aconteceram durante o jogo, sobretudo lesões. Se tivéssemos marcado estávamos a dizer que tinha sido muito boa a estratégia, mas as coisas não correram bem e é natural que as críticas surjam», nota.O resultado não abala de resto a sua confiança, garante. «Se eu à primeira perda de pontos deixo de acreditar nas minhas ideias e nas minhas convicções, não estava preparado para uma coisa destas. Acredito estar mais do que preparado para este desafio e a mensagem que passo é uma mensagem de confiança total.»

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

O que disse Vitor Pereira



Vítor Pereira: Não vivemos do passado»


Técnico portista quer que a equipa actual construa a sua própria história
Vítor Pereira surgiu sereno na conferência antes do clássico: sem se colocar em bicos de pés, disse não querer ficar agarrado ao passado. Questionado se a goleada por 5-0 era repetível, por exemplo, o treinador defendeu que a equipa deve procurar escrever novas páginas de história.«Não vivemos do passado. Orgulhamo-nos do que fizemos, mas sabemos que as circunstâncias agora são outras. É preciso provar a nossa competência repetidamente e provar que estamos preparados. Se quisermos falar de história, temos de a fazer na sexta-feira», garantiu Vítor Pereira.Vítor Pereira desvalorizou ainda a confissão antiga de que não tinha analisado o Benfica por falta de tempo, considerando que «a questão foi extrapolada pela imprensa». «O procedimento de análise aos adversários é exactamente o mesmo. Não sou uma pessoa que se preocupe por antecipação.» «Se me quero focalizar no adversário que vou defrontar na altura, não posso estar a pensar nos jogos do Benfica. Esta semana, sim senhor, procurei fazer uma análise profunda do adversário. É uma equipa forte, com jogadores de qualidade, que tem os seus argumentos, tal como nós temos os nossos.»

terça-feira, 20 de setembro de 2011

O que diz ROLANDO






Rolando: «Clássico? Não decide nada»






Defesa portista lembra que ainda falta muito campeonato e recusa, também, atribuir favoritismo a qualquer uma das equipas
F.C. Porto e Benfica chegam ao Clássico de sexta-feira em igualdade pontual na frente da tabela. No entanto, o facto de o encontro se realizar numa altura precoce do calendário facilita uma conclusão que parece óbvia: uma vitória não decide nada. É pelo menos esta a ideia que Rolando quis deixar na antevisão do duelo, realizada esta terça-feira, no Olival. «O jogo simplesmente decide quem fica em primeiro lugar. Ainda falta muito campeonato e são apenas três pontos em disputa, claro que são muito importantes, mas não decide nada», considera o central internacional português.Rolando também optou por não escolher um favorito para o jogo de sexta-feira: «A percentagem de favoritismo é um conceito relativo. O jogo começa sempre 0-0. Temos de tentar impor o nosso futebol e a nossa forma de jogar e vamos tentar conseguir os três pontos.»Os dragões não vão contar com James, o que o central lamenta. «Estava numa fase boa, a fazer golos e assistências», frisou. Contudo sublinhou também que o substituto estará à altura. «Quem for escolhido vai fazer um bom jogo, de certeza», afirmou. Ora, Hulk, que voltou esta terça-feira aos treinos, será uma das novidades no onze portista, quase de certeza. Rolando aprova: «É sempre bom contar com todos. O Hulk e o Alvaro não puderam dar o seu contributo no domingo por estarem lesionados. Os que estiveram tentaram dar o seu melhor e caso eles voltem também vão tentar ajudar a equipa da melhor forma.» «Um dia a bola vai bater na trave e entrar»No jogo com o Feirense, Vítor Pereira estreou uma nova dupla de centrais, colocando Mangala ao lado de Rolando. Para o português, o parceiro é indiferente. «Qualquer jogador que esteja no F.C. Porto é obrigado a ter qualidade para quando for chamado. Já joguei com o Maicon, Otamendi, agora o Mangala que é um jovem com muita qualidade, como provou. É sempre bom ter mais opções para ajudar em certos jogos», referiu. E se o jogo com o Feirense esteve longe de ser perfeito, Rolando aponta o caminho: trabalhar para melhorar. Até porque erros vão surgir sempre, no seu entender. «Não somos máquinas, não somos perfeitos. Mas vamos sempre tentar minimizar os nossos erros para conseguir o nosso objectivo», prometeu.Para o final ficou um trauma recente. Nos últimos três jogos, os dragões acertaram por oito vezes com a bola nos postes da baliza dos adversários. Rolando desdramatiza: «Faz parte do futebol. Eu também acertei uma e fiquei triste, porque queria marcar. Um dia vai bater na trave e entrar ou vai bater na nossa trave.»